quinta-feira, 26 de abril de 2018

IEAv Recebe Representantes da CJU/SJC e Apresenta, Entre Outros, o Projeto Hipersônico 14-X (PROPHIPER)

Olá leitor!

Segue uma nota postada recentemente no site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) destacando que o este instituto recebeu recentemente a visita de representantes da Consultoria Jurídica da União, em São José dos Campos (CJU/SJC) para apresentar projetos, entre eles, o projeto hipersônico 14-X (PROPHIPER).

Duda Falcão

IEAv Recebe Representantes da CJU/SJC
e Apresenta, Entre Outros, o Projeto
Hipersônico 14-X (PROPHIPER)

IEAv – Instituto de Estudos Avançados


A Dimensão 22, DNA da FAB, corresponde a uma área de 22 milhões de km2, um cenário tridimensional fabuloso que a Força Aérea Brasileira protege por meio das ações de “Controlar, Defender e Integrar”. Nesse sentido, e alinhado com a sua Missão Institucional, o Instituto de Estudos Avançados vem desenvolvendo pesquisas no sentido de otimizar, por meio do uso de tecnologia de ponta, cada uma dessas atribuições.

No cumprimento de sua missão de ampliar o conhecimento científico e o domínio de tecnologias estratégicas para fortalecer o Poder Aeroespacial Brasileiro, o IEAv constantemente estabelece parcerias com diversas entidades, tais como Indústrias, Institutos de Ciência e Tecnologia, Empresas de Tecnologia, Universidades, Agências de Fomento, Fundações de Apoio, etc. Essas parcerias se formalizam por meio de instrumentos jurídicos, cuja produção encontra apoio e sustento na valiosa assessoria da Consultoria Jurídica da União, em São José dos Campos - CJU/SJC, a qual possui a tríade “CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO” como abordagem finalística dos órgãos federais por ela assessorados. Esta é responsável pela realização de estudos e definição de procedimentos juridicamente viáveis para implementação das políticas públicas de CT&I no setor aeroespacial.

Nesse sentido, e sempre buscando um maior conhecimento sobre as atividades aqui desenvolvidas, os membros do CJU/SJC, Dr. Longato e Dr. Gerson, realizaram uma visita ao IEAv, quando então receberam um briefing do Diretor, com informações sobre os diferentes projetos conduzidos pela Instituição. Ainda, tiveram a oportunidade de visitar os laboratórios da Divisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica (EAH), com sua infraestrutura computacional e física de túneis de vento.

Segundo o Cel Av Lester de Abreu Faria, Diretor do IEAv, “a visita foi extremamente proveitosa, na medida em que proporciona ao assessor conhecer a realidade do projeto que vai avaliar, permitindo uma maior e mais eficiente assessoria jurídica, entendendo melhor as nuances e os gargalos encontrados pelo setor técnico. Em especial, a iniciativa do Dr. Longato de nos visitar é uma atitude digna de destaque, na medida em que sai se seu gabinete e se propõe a conhecer e entender o problema em seus pormenores, mostrando uma atitude nobre, humilde e extremamente valorosa. O nosso eterno agradecimento ao Dr. Longato e aos integrantes da CJU/SJC, os quais, com essa iniciativa, permitirão, muito mais claramente e eficientemente, o cumprimento de nossa missão institucional, qual seja a de ampliar o conhecimento científico e o domínio de tecnologias estratégicas para fortalecer o poder aeroespacial brasileiro”.



Fonte: Site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

Comentário: Pois é, não situação atual de total desmando no PEB, quanto melhor os institutos do programa estiverem em sinergia com a Consultoria Jurídica da União, em São José dos Campos, melhor para o Brasil. Porém pouco muda pois não há o comprometimento governamental em realizar a sua parte.

Comitiva do Parque Tecnológico de São José dos Campos Visita o IEAv Apoiando Parcerias Baseadas no Conceito da Tríplice Hélice

Olá leitor!

Segue uma nota postada recentemente no site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) destacando que comitiva do Parque Tecnológico de São José dos Campos visitou o IEAv visando apoiar parcerias baseadas no conceito da Tríplice Hélice.

Duda Falcão

Comitiva do Parque Tecnológico de São José
dos Campos Visita o IEAv Apoiando Parcerias
Baseadas no Conceito da Tríplice Hélice

IEAv – Instituto de Estudos Avançados


Um dos principais papéis de um Centro de Inovação para com a sociedade e com os setores da Defesa é o de criar uma agenda de interesses, reunindo informações sobre inovação tecnológica, formas de financiamento e oportunidades para formar talentos e gerar produtos. É o que se conhece como RoadMap do Produto de Inovação, estratégia importantíssima para a condução de um projeto de desenvolvimento e da garantia de que o mesmo gerará frutos duais, tanto para a sociedade como para a Área de Defesa.

Nesse sentido, um dos assuntos tratados como de máxima prioridade nos documentos estratégicos de Governo (Estratégia Nacional de Defesa, a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e a própria Concepção Estratégica da Força Aérea do futuro - DCA 11-45/2016) é a necessidade de se criarem parcerias com empresas, as quais concluem o processo de desenvolvimento tecnológico de produtos inovadores. No caso do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), Instituição que tem por missão gerar produtos de alto valor agregado, na fronteira do conhecimento, chegando a TRL 7 (do inglês Technology Readiness Level) dos 9 possíveis, entregar um produto pronto para o cliente passa obrigatoriamente por uma parceria com a indústria, desde os primeiros passos no desenvolvimento desse produto.


Com o objetivo de tornar mais acessível essa cooperação entre Indústria, Governo e Academia é que o IEAv e o Parque Tecnológico de SJC,  capitaneado pelo Dr. Marco Antônio Raupp, seu Diretor Geral, se encontraram no último dia 11 de abril, para conhecerem particularidades mútuas e de prospectarem pontos onde a sinergia dos conhecimentos de ambas as instituições fosse realmente relevante.

Atualmente, o Parque Tecnológico possui quase 300 empresas e instituições vinculadas, tendo já recebido em torno de R$ 2,10 bilhões em investimentos. Atualmente se mostra como um ambiente de convergência, voltado para a competitividade e o desenvolvimento sustentado, abrigando, em sua estrutura, programas e projetos de três incubadoras de empresa, quatro centros empresariais, dois Arranjos Produtivos Locais (APL), quatro centros de desenvolvimento tecnológico, três laboratórios multiusuários, um escritório de negócios, seis universidades parceiras e três galerias do empreendedor, e ainda possuindo contratos e convênios para parcerias e subsídios com Finep, APEX, ABDI, Sebrae, SDECTI/SP, BNDES. Assim, se apresenta como um excelente parceiro para agregar valor ao processo de inovação atualmente desempenhado pelo IEAv.

Na sala de reuniões do Prédio da Direção, o Dr. Raupp teve a oportunidade de apresentar a sua equipe, e de manifestar claramente o seu desejo de estabelecer parcerias com o IEAv, no intuito de aproximar o Instituto das Empresas vinculadas ao Parque. Ato contínuo, o Cel Lester apresentou o Portfólio de Tecnologias atualmente em andamento no IEAv, destacando os Projetos Estratégicos do Instituto, e tendo convidado os visitantes para conhecer os laboratórios da Subdivisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica (EAH), onde os visitantes assistiram à demonstração de um Break Down, formação de plasma por meio da incidência de pulso ótico de laser, além de conhecerem os túneis de choque pulsados e os modelos do Veículo Aeroespacial Hipersônico (14-X).


Segundo o Diretor do IEAv, Cel Av Lester de Abreu Faria, “o encontro entre essas instituições marca um grande momento para o planejamento estratégico regional, na interação, na cooperação e na sinergia entre universidades, empresas, organizações governamentais (e não governamentais), e agências de fomento nacionais e internacionais. Isso estimula claramente a inovação, o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento sustentável, levando a uma melhor qualidade de vida para a sociedade em geral”. Além disso, “o IEAv estabelece, mais uma vez, o seu papel de destaque na condução de atividades de inovação no COMAER, por meio da busca de ações e parcerias que se fundamentem na Tríplice Hélice da Inovação, estando consciente da necessidade do trabalho de pesquisa e desenvolvimento em conjunto para obter resultados mais eficientes e sustentáveis.”



Fonte: Site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

Comentário: Sempre defendi a tese de que se todos os players do PEB trabalhassem em conjunto com o Governo, com seriedade, lisura, dinamismo, visão, planejamento e gestão qualificada, o avanço das atividades espaciais no Brasil seria bastante significativo, mas a verdade é que isto nunca funcionou direito, pois sempre faltou algo e atualmente falta tudo. Dificilmente essa iniciativa resultará em grandes e reais avanços para o Brasil, mas poderá encher os bolsos de muita gente se a mesma assim cair nas graças desses Populistas de Merda.

Invap Argentina Tiene Luz Verde Para Hacer Otro Satélite en Parecería Con Brasil

Hola lector!

Sigue abajo una comunica puesta día (25/04) en el website argentino Rio Negro destacando que Invap argentina tiene luz verde para hacer otro satélite en Bariloche en parecería con Brasil.

Duda Falcão

INICIOHIPERLOCALESDEBARILOCHE

BARILOCHE

Invap Tiene Luz Verde Para
Hacer Otro Satélite en Bariloche

Las revisiones de expertos internacionales permitieron autorizar
la construcción del Sabiamar 1, un proyecto conjunto con Brasil.

25 Abr 2018 - 18:39

(Foto: Gentileza)
Una imagen de cómo será el satélite desplegado.

La fase de construcción del satélite Sabiamar 1 comenzará en poco tiempo en las instalaciones de la empresa estatal Invap en Bariloche, luego de que la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (Conae) consiguiera la aprobación en la denominada Revisión Crítica de Diseño del Segmento de Vuelo de la Misión por parte de un comité de expertos nacionales y extranjeros.

La misión Satélites Argentino-Brasileños para Información del Mar (Sabiamar) se analizó entre el 16 y el 20 de abril en la sede de Invap.

“Este hito es muy importante ya que habilita a comenzar con la fase de construcción del satélite. ¡Nuestro agradecimiento a los revisores y felicitaciones a todo el grupo de diseño por un trabajo muy bien hecho!”, escribieron desde Invap en su cuenta de Twitter.

“El comité revisor estuvo constituido por 11 expertos del sector espacial de Argentina, Brasil, Estados Unidos y Francia (algunos con participación en forma remota), quienes durante cinco jornadas evaluaron el diseño del satélite a nivel de detalle, mediante documentación y una serie de presentaciones que llevaron adelante los referentes del proyecto Sabiamar. El equipo de trabajo está integrado por la Conae junto con las empresas Invap, VENG, STI, y organismos científico-tecnológicos como la Comisión Nacional de Energía Atómica y el Instituto de Radioastronomía, que participan en el desarrollo del satélite”, informaron desde la Conae.

“En simultáneo con la revisión se mantuvieron tres reuniones adicionales, para ahondar en temas específicos que presentaban dudas a los revisores. El 20 de abril, luego de aproximadamente seis horas de deliberación, el comité revisor elaboró una serie de recomendaciones muy útiles que pusieron a consideración del proyecto, para finalmente explicitar que se cumplieron todos los criterios de éxito definidos para esta revisión, y aconsejaron comenzar con la siguiente fase de fabricación, ensamble, integración y ensayos del satélite de observación”, añadieron.

Datos de la Misión:

• Constelación de dos satélites para información sobre el mar y costas de Latinoamérica. Misión de cooperación entre la Conae y la Agencia Espacial Brasileña (AEB), en el marco del Acuerdo de Integración y Coordinación Bilateral Argentina-Brasil.

• La CONAE tiene responsabilidad completa sobre el desarrollo y construcción del satélite Sabiamar 1, mientras que la AEB es responsable del satélite Sabiamar 2

• Objetivo: Estudio del mar y costas mediante parámetros de color del mar como la concentración de clorofila, turbidez, coeficiente de dispersión, entre otros datos. Aportará información a nivel regional sobre Latinoamérica y sus costas con una resolución espacial de 200 metros, y a nivel global, con 800 metros de resolución espacial.

• Llevará abordo 4 cámaras (2 multiespectrales que cubren el rango visible hasta el infrarrojo cercano, una cámara con 11 bandas y otra con 6 bandas, 1 cámara térmica y una cámara pancromática de alta sensibilidad), un colector de datos (DCS), y un monitor de radiación.

• Diámetro de 2 metros y altura de 1,9 metros en su configuración de lanzamiento. Una vez en órbita y separado del vehículo lanzador, desplegará sus paneles solares alcanzado una dimensión de 8,7 metros x 1,9 metros en su configuración de vuelo.

• Vida útil por diseño: 5 años.

• Peso estimado: 550 kg.

• Órbita: circular helio-sincrónica de 702 km de altura, 10:20 pm AN (Nodo Ascendente).


Fuente: Website argentino Rio Negro – https://www.rionegro.com.ar

Comentario en Español: Buen querido lector, si la idea misma inicial de este proyecto es que los argentinos construyan el primer satélite, no tengo la menor duda de que el mismo será construido. Sin embargo, es bueno que los hermanos argentinos estén conscientes de que, si las cosas continúan como están en el Programa Espacial Brasileño, esa broma llamada Agencia Espacial Brasileña (AEB) no cumplirá su parte del acuerdo, o llevará al menos 20 años para hacer eso. Aprovechamos para agradecer a nuestro lector argentino Martín Marteletti por el envío de esta noticia.

Comentário em Português: Bom caro leitor, se a ideia mesmo inicial desse projeto é de que os argentinos construam o primeiro satélite, não tenho a menor duvida de que o mesmo será construído. No entanto, é bom que os irmãos argentinos estejam cientes de que, se as coisas continuarem como estão no Programa Espacial Brasileiro, essa piada chamada Agência Espacial Brasileira (AEB) não cumprirá a sua parte do acordo, ou então levará pelo menos 20 anos para fazer isso. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor argentino Martín Marteletti pelo envio desta noticia.

Participe da Padronização de Segurança | COBRUF Safety Standards

Olá leitor!

A Associação COBRUF lançou recentemente eu seu site no Facebook um convite para as esquipes brasileiras universitárias de fogueteiros.

Se você é o responsável pela área de segurança de sua equipe, a Associação COBRUF lhe convida para participar da "COBRUF Safety Standards (CSS)" tendo como objetivo criar um padrão nacional de excelência em segurança.

Photo by Bill Jelen on Unsplash.
Segurança é imprescindível ao sucesso.

A ideia da COBRUF é desenvolver um manual nacional de segurança com o intuito de definir e padronizar métodos de segurança, adequados à realidade e limitações dos alunos nas universidades brasileiras, alinhando a isso às melhores práticas de segurança do Mercado Aeroespacial Internacional.

Assim sendo, se você é responsável pela segurança de sua equipe ou tem experiência com segurança de laboratórios ou de operações de risco, a COBRUF lhe convida a participar da elaboração do COBRUF Safety Standards. Participe!


Duda Falcão

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Programa Globe da NASA Ganha Espaço nas Escolas Brasileiras

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (25/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa Globe na NASA ganha espaço nas Escolas Brasileiras.

Duda Falcão

BRASIL

Globe Ganha Espaço nas Escolas Brasileiras

Coordenação de Comunicação Social (CCS)
Publicado em: 25/04/2018 - 17h37
Última modificação: 25/04/2018 - 17h37


O Programa GLOBE ganha cada vez mais espaço nas escolas brasileiras e alcança resultados compatíveis com os colhidos em países da América Latina e Caribe. Em março deste ano, o GLOBE chegou a Parnamirim (RN), primeira cidade da região Nordeste a ser contemplada com o programa. Desde o início das atividades no Brasil, em junho de 2016, até o momento, foram feitas 6.425 observações científicas nos protocolos de hidrologia, larvas de mosquitos e atmosfera.

O Centro Vocacional Tecnológico – CVT-Espacial, projeto idealizado pela AEB, em Parnamirim, recebeu cerca de 50 pessoas que, além de conhecerem as instalações do CVT, também participaram do workshop GLOBE e da Campanha de Coleta de Dados e Estudos Científicos da Larva do Mosquito Aedes Aegypti no Brasil.

As palestras realizadas no CVT foram proferidas pelas cientistas da Nasa, Russane Low e Renée Codsi, mestras que implementaram a campanha no Brasil. “ O trabalho do Globe é uma experiência fantástica, os professores são excelentes e os projetos desenvolvidos, muito bons”, afirmou Russane.

“Os resultados das pesquisas alcançados pelo Brasil são compatíveis com países que estão no programa há mais tempo, como a Argentina, Peru e México”, ressaltou a mestra Renée.
Nos workshops realizados em março deste ano, aproximadamente cem professores e estudantes de licenciatura foram treinados dentro do Protocolo de Larvas de Mosquitos, nas cidades de São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Paranaguá (PR), Parnamirim (RN) e Brasília (DF).

No CVT-Espacial, estudantes aprendem a
coletar larva do Aedes Aegypti.

Feira Virtual

Espera-se que haja novamente um aumento expressivo de dados de larvas em razão da continuidade dos workshops e da edição 2018 da Feira Virtual de Ciências. Esse evento prevê a participação de professores e alunos brasileiros de instituições públicas e privadas. Os interessados em participar da Feira Virtual devem enviar e-mail  para dsad.globe@aeb.gov.br até 10 de maio de 2018.

Para o coordenador do GLOBE no Brasil, Rodrigo Leonardi, os dados inseridos na plataforma GLOBE ficaram dentro da expectativa, considerando que os primeiros anos de implementação foram os mais difíceis, pois os professores ainda estavam se familiarizando com os protocolos, adquirindo os instrumentos e criando a cultura de trabalhar com projetos científicos com os estudantes.

O GLOBE é um programa de aprendizagem e observações em benefício do meio ambiente e promove a participação de estudantes, professores, cientistas e cidadãos em todo o mundo na coleta de dados ambientais, em estudos e descobertas científicas e na compreensão do meio ambiente. O programa tem como objetivo despertar vocações em ciência, tecnologia, engenharia e matemática e integrar disciplinas do currículo escolar.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Governo Estuda Criar Estatal Para Programa Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (25/04) no site “Direto da Ciência”, destacando que o Desgoverno Temer estuda criar estatal para Programa Espacial.

Duda Falcão

ARTIGO

Governo Estuda Criar Estatal
Para Programa Espacial

Instituído por Temer sem consulta a órgãos civis, comitê idealizado
pela Aeronáutica reorganiza Programa Espacial Brasileiro

Por Maurício Tuffani,
Editor
25/04/2018

Foto: Marcos Corrêa/PR.
Na imagem acima, Presidente Michel Temer visita o Centro
de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, em 5/out/2017. 

Tem sido estranho o silêncio da imprensa em geral e da própria comunidade científica em face da criação e das primeiras resoluções do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB). O grupo foi instituído em fevereiro pelo presidente Michel Temer e é presidido pelo general-de-exército Sergio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

Entre outras resoluções, o comitê decidiu apresentar ao governo uma “proposta de criação de empresa pública destinada à exploração de atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespaciais e à realização de projetos e atividades de apoio ao controle do espaço aéreo e áreas correlatas”. Com seus integrantes designados no dia 12, o grupo técnico encarregado tem prazo até 1º de junho para apresentar a proposta, prorrogável por 90 dias corridos.

O CDPEB foi idealizado pela Aeronáutica e articulado pelo Ministério da Defesa junto à Presidência e ao GSI. Sua criação por meio de decreto presidencial em fevereiro surpreendeu a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgãos federais civis ligados ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

De Volta à Estaca Zero

Em outubro do ano passado, o Ministério da Defesa (MD) anunciou em um evento, na presença de Temer, que em breve seria estabelecido um novo modelo de governança com a criação do Conselho Nacional do Espaço, conforme proposta elaborada com o MCTIC após dois anos de trabalhos conjuntos das duas pastas (ver nota “Conselho Nacional irá dinamizar Programa Espacial Brasileiro”, do MD, de 6/out/2017).

A criação do CDPEB fez retornar à estaca zero esse entendimento sobre modelo de governança construído pelo MD e MCTIC. As duas pastas haviam iniciado tratativas no âmbito do Grupo de Trabalho Interministerial para o Setor Espacial, instituído em outubro de 2015, ainda no governo de Dilma Rousseff. A ordem agora, com o objetivo definido por Temer para o CDPEB, é “fixar, por meio de resoluções, diretrizes e metas para a potencialização do Programa Espacial Brasileiro e supervisionar a execução das medidas propostas para essa finalidade” no prazo de 360 dias.

Desse modo, o comitê presidido por Etchegoyen – e integrado pelos ministros do MCTIC, da Casa Civil, da Defesa, das Relações Exteriores e do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – já estabeleceu um outro grupo técnico, instituído também no dia 12, com finalidade de “consolidação da proposta de alteração da governança do setor espacial brasileiro”.

Pacote de Resoluções

As decisões já tomadas pelo CDPEB deverão afetar inclusive tratativas internacionais, como as negociações com os Estados Unidos para uso do Centro de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão, e a liquidação da empresa pública binacional Alcântara Cyclone Space, criada com a Ucrânia.

Assim como a proposta de criação da empresa espacial e a consolidação de novo modelo de gestão, outras resoluções foram tomadas pelo CDPEB em sua 1ª Reunião Plenária, realizada em 1º de março. São as seguintes.




* proposta de projeto mobilizador para no período de cinco anos “fomentar o desenvolvimento da indústria nacional quanto aos seus componentes basilares, quais sejam, satélite, lançador e infraestrutura de lançamento e operação”;

* desenvolvimento conjunto do lançador VL-X, “a fim de atender constelações de satélites”; e

* proposta de equacionamento da questão fundiária e patrimonial do Centro de Lançamento de Alcântara;

* elaboração de proposta de Plano de Marketing, com vistas à potencialização do Programa Espacial Brasileiro; e

* proposta de recomposição do quadro de pessoal do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa.

Modelo Militar

Em fevereiro comentei que o novo colegiado nasce sob o comando do GSI, e não do MCTIC. E destaquei o fato de os principais programas espaciais do mundo já terem se desmilitarizado desde o final dos anos 1960 para facilitar a cooperação tecnológica e a integração com indústria (Comitê criado por Temer para Programa Espacial já começa na contramão, 14/fev).

Ressalto mais uma vez: a participação militar é necessária na reorganização do Programa Espacial Brasileiro. As Forças Armadas têm dado contribuições importantes não só para o desenvolvimento científico e tecnológico, mas também para políticas publicas no setor espacial.

No entanto, embora o GSI não seja exatamente um órgão militar, ele tem uma cultura organizacional militar. E é esse o foco que desde o final dos anos 1960 perdeu lugar nos programas espaciais dos Estados Unidos e outros países. E foi o que destravou as dificuldades para avanços na cooperação internacional e na transferência de tecnologia, especialmente para a iniciativa privada.

Hoje o chamado setor aeroespacial movimenta anualmente centenas de bilhões de dólares em telecomunicações, sistemas de posicionamento global (GPS), meteorologia, observação da terra e em outras áreas, inclusive em serviços de lançamento de satélites.

Silêncio da Comunidade Científica

Enquanto isso, no Brasil, passadas quase seis décadas desde sua criação pelo presidente Jânio Quadros em 1961, o Programa Espacial Brasileiro tem sido marcado pelo retardamento tecnológico, pela insuficiência de recursos financeiros, pela falta de um comando unificado, pela integração quase nula com a indústria e, principalmente, por não ter uma gestão racional e com foco em resultados. E os órgãos civis do programa são tão responsáveis por isso quanto os militares (Brasil ia lançar foguete, mas Índia saiu na frente e lucra no setor espacial, 16/fev/2017).

Assim como a fajuta “intervenção federal” no Rio de Janeiro – que na verdade é muito mais uma ajuda de Temer ao governo estadual de seu partido, o MDB –, a criação do CDPEB se mostra como mais um recurso do presidente a soluções militares para resolver problemas estruturais.

Lamentavelmente, apesar de terem sido devidamente publicadas no Diário Oficial da União, até o momento as decisões do novo conselho têm sido ignoradas pela comunidade científica e pela imprensa.


Fonte: Site Direto da Ciência - http://www.diretodaciencia.com

Comentário: Pois é, um bom artigo para ser debatido no Blog. O que os nossos leitores acham? Agradecemos a nossa leitora Mariana Amorim Fraga pelo envio deste artigo.

Agência Espacial Brasileira Marca Presença no "Aerospace Meetings Brazil 2018"

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (25/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que a agência irá participar do “Aerospace Meetings Brazil 2018”.

Duda Falcão

BRASIL

Agência Espacial Brasileira Marca Presença
no Aerospace Meetings Brazil 2018

Coordenação de Comunicação Social (CCS)
Publicado em: 25/04/2018 - 11h38
Última modificação: 25/04/2018 - 16h56


A Agência Espacial Brasileira (AEB) participa no período de 19 a 21 de junho em São José dos Campos (SP), da segunda edição do Aerospace Meetings Brazil, evento dedicado à cadeia de abastecimento aeroespacial no Brasil. Com um formato diferenciado, com sessões vespertinas, durante o encontro serão discutidas as potencialidades e oportunidades de investimento no setor em reuniões individuais as quais visam aproximar compradores e fornecedores, além de viabilizar maior sinergia entre os atores desse segmento.

A indústria aeroespacial brasileira é, hoje, a maior do hemisfério sul. Opera de forma globalizada, posicionando-se como líder em vários segmentos de mercado graças ao domínio tecnológico e à qualidade de seus produtos.  Com ênfase na área espacial, o setor responde pelo fornecimento de satélites de pequeno porte e suas estruturas, equipamentos de bordo – incluindo cargas úteis, sistemas diversos, propulsão, serviços envolvendo aplicação de imagens obtidas por satélites, além de consultoria e outros serviços especializados.

Segunda Edição

Realizada pela primeira vez no Brasil em 2015, a segunda edição da Aerospace Meetings Brazil desfruta do apoio institucional de importantes instâncias, incluindo a Prefeitura de São José dos Campos, a Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), e a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE). A escolha do estado de São Paulo para sediar o encontro consolida as características diferenciadas da região, que conta com aproximadamente cem instalações para fabricação de aviões e é responsável por 95% dos empregos no setor.

Os organizadores do evento estimam que o Aerospace congregue mais de 300 empresas de 25 países, representadas por um total de aproximadamente 600 delegados. Com um formato que privilegia o matchmaking entre as demandas das indústrias e as competências, além de know how das instituições e fornecedores participantes, a expectativa é que mais de 6000 reuniões individuais ocorram durante essa convenção de negócios da indústria aeroespacial.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Participar com o que? Para que? Para mostrar o seu pífio desempenho desde que foi fundada em 1994? Ora, faça-me uma garapa.

AEB Divulga Resultado da 1ª Etapa do NASA I²

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (24/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que a agência divulgou o resultado da 1ª Etapa do NASA I².

Duda Falcão

AEB Divulga Resultado da 1ª Etapa do NASA I²

BRASIL

Publicado em: 24/04/2018 16h00
Última modificação: 25/04/2018 11h53


A Diretoria de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da Agência Espacial Brasileira (AEB), no uso de suas atribuições, informa os nomes dos 6 (seis) candidatos pré-selecionados para participar da próxima etapa do Processo Seletivo do Programa NASA I² para o período FALL/2018:

ERICK LEONARDO RIBEIRO

LUCAS MOREIRA SASSI

MARIANA DESIREÉ REALE BATISTA

MICHEL ALVES LACERDA

PEDRO CESAR LOPES GERUM

REGIS THEDIN

Todos os candidatos são estudantes brasileiros de doutorado pleno em universidades americanas nas áreas de Ciências Exatas, Engenharias, Tecnologias e Computação.

A próxima fase do processo é conduzida pela própria NASA, e o resultado será divulgado pela AEB a partir de 01/06/2018.

A AEB ressalta que, conforme explicitado no item 5.2.2. do Edital de Seleção Estágio Fall/2018 – Agência Espacial Americana, “A Seleção e Classificação final dos candidatos será realizada pela Agência Espacial Americana, segundo os critérios de classificação próprios, sobre as quais a AEB não tem qualquer ingerência”.

A AEB agradece o interesse dos candidatos que participaram da seleção e deseja a todos muito sucesso, lembrando que novos processos seletivos acontecerão para os períodos SPRING/19 e SUMMER/19 no decorrer do ano de 2018.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)