quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Novo Acordo de Salvaguardas Com os EUA, Benéfico ou Leonino?

Olá leitor!

Como todos nós já devemos saber, o Ministério da Defesa (MD) do Governo Temer, sob a condução do Ministro Raul Jungmann, encontra-se na eminencia de há qualquer momento assinar um novo “Acordo de Salvaguardas Tecnológicas” relacionada ao uso pelos EUA do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) para lançamentos de Foguetes, né verdade?

Pois então, o que talvez todos não saibam é que em 18 de abril de 2000, durante o segundo Governo Fernando Henrique Cardoso, o Ministro Ronaldo Sardenberg (MCT) assinava pelo Brasil em Brasília, um acordo como este, tendo como contraparte americana o Embaixador Anthony S. Harrington. (veja este acordo aqui)

Pois é, acontece que esse acordo nunca foi aprovado pelo Congresso Brasileiro por ser considerado danoso a soberania nacional e acabou sendo retirado do Congresso durante o Governo LULA.

Agora em uma nova tentativa o Governo Temer tentará aprovar um novo Acordo similar a este, mas segundo vem sendo divulgado pelo MD, com as devidas alterações que não coloquem em risco a Soberania Nacional.

Não se discute aqui a necessidade de um Acordo como este se quisermos tornar o CLA em uma base comercial de lançamentos rentável e realmente ativa internacionalmente, mas é preciso muita cautela, sapiência, competência e seriedade na hora desta negociação, qualidades estas que não são reconhecidas nestes Populistas de Merda que estão representando o Brasil nesta negociação, e que sobra na contraparte americana. Isto evidentemente causa grande preocupação a toda Comunidade Espacial do país.

É claro que como a Acordo anterior, este novo Acordo terá ainda de passar pela aprovação do Congresso (uma casa tão vergonhosa quanto aquela que encontramos no Poder Executivo) e ai neste momento a Comunidade Científica e Espacial Brasileira finalmente terá acesso ao teor do Acordo, ficando a expectativa de que a mesma se mobilize, seja para aprova-lo o mais rápido possível se benéfico for, ou para impedi-lo se leonino for aos interesses do país. Vamos aguardar.

Duda Falcão

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Escola Baiana Se Inscreve em Projeto Educacional do Grupo ZENITH

Olá leitor!

Pois é amigo, com o exponencial e vigoroso crescimento do Espaçomodelismo, Foguetemodelismo e das atividades ligadas às Ciências Espaciais em escolas brasileiras do Ensino Fundamental ao Ensino Superior, não ter em nosso estado escolas e universidades envolvidas com esta nova bandeira nos trazia (a mim e ao Sr. Carlos Cássio Oliveira, presidente do "Centro de Foguetes Experimentais da Bahia-CEFAB" e um dos pioneiros do Foguetemodelismo no Brasil) uma grande frustração e preocupação.

Agora por indicação do próprio Sr. Carlos Cássio Oliveira, finalmente a Bahia entra nesta nova era com a participação da escola privada de ensino infantil e fundamental "Luz do Saber", localizada que é no bairro carente de São Cristóvão, em Salvador. 

Sob a direção da Profa. Eliane Santana dos Santos Vieira, esta escola já se encontra inscrita no projeto Garatéa-E do Grupo ZENITH da USP São Carlos, e agora estamos na expectativa de que outras escolas de nosso estado (públicas ou privadas, carente ou não) venham a se interessar em participar deste projeto ou mesmo do projeto Arte Garatéa (Patch ISS) também conduzido pelo Grupo ZENITH, dando assim a oportunidade aos seus professores e alunos de terem contato com este fantástico universo das Ciências Espaciais e da Astronomia.


A secretária Georgina Letícia Reis de Oliveira com a
Profa. Eliane Santana dos Santos Vieira (Diretora da escola).
O Sr. Carlos Cássio Carlos Oliveira com a
Profa. Eliane Santana dos Santos Vieira
Fachada da Escola carente Luz do Saber em Salvador.

Como esquecer leitor o grande exemplo dado pela galerinha e professores da "Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves (ETEC)" da cidade de Ubatuba-SP? Está lembrado? Pois então, sob a iniciativa do inovador e grande educador Prof. Cândido Moura, alunos do ensino fundamental desta escola colocaram em 16/01/2017 com sucesso no espaço, um pequeno satélite em forma de latinha de guaraná (Tubesat), este denominado de "Tancredo-1", e atualmente já trabalham em outros projetos de pequenos satélites.

O Tubesat Tancredo-1 da ETEC que foi lançado
ao espaço em janeiro de 2017.

Pois é, você professor e educador baiano, realmente preocupado em trazer para os seus alunos novos conhecimentos e oportunidades pode fazer a diferença ficando atento a estas duas iniciativas do Grupo ZENITH, e caso queira participar de oficinas, ou obter qualquer orientação nesta área, nos procure que estaremos aqui a sua disposição. E lembre-se, não deixem de participar da "Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)", esta coordenada pelo grande educador Prof. João Batista Garcia Canalle da (UERJ). O país precisa de você, nos ajude a formar cidadãos. Participem!

Duda Falcão

Research in Brazil - A Report For CAPES by Clarivate Analytics

Olá leitor!

Por solicitação da “Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)”, a empresa americana “Clarivate Analytics” realizou e publicou recentemente um interessante estudo denominado “Research in Brazil - A Report For CAPES by Clarivate Analytics”, estudo este que, como o nome já diz, apresenta um diagnostico da atual situação da Ciência Brasileira, ai incluindo as atividades do PEB.

Vale esclarecer que a “Clarivate Analytics” é uma empresa independente que possui e opera uma coleção de serviços baseados em inscrição "focada em pesquisa científica e acadêmica, análise de patentes e padrões regulatórios, inteligência farmacêutica e biotecnológica, proteção de marca registrada, proteção de marca de domínio e gerenciamento de propriedade intelectual". Os serviços da empresa se concentram principalmente na análise e hoje possui mais de 4.000 funcionários, operando em mais de 100 países.

Caso o leitor se interesse por dar uma olhada neste estudo o mesmo pode ser acessado pelo link: http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17012018-CAPES-InCitesReport-Final.pdf.

Desde já agradecemos ao Dr. Waldemar Castro Leite pelo envio deste estudo.

Duda Falcão

Lançamento do Satélite CBERS 4A é Adiado Para Maio de 2019, Prevê INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (19/02) no site “G1” do globo.com destacando que segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) o lançamento do Satélite CBERS 4A foi adiado para Maio de 2019.

Duda Falcão

VALE DO PARAÍBA E REGIÃO

Lançamento do Satélite CBERS 4A é Adiado
Para Maio de 2019, Prevê INPE

Direção do INPE aponta demora para liberação dos recursos como motivo
do atraso; governo aponta burocracia. Satélite feito em parceria com a China
deveria ser lançado, inicialmente, até dezembro deste ano.

Por Poliana Casemiro,
G1 Vale do Paraíba e Região
19/02/2018 - 15h51
Atualizado há 11 horas

Lançamento do satélite CBERS 4A é adiado.

A crise financeira que atinge o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) vai atrasar o lançamento do sexto satélite sino-brasileiro, o CBERS 4A. A expectativa é que o equipamento, previsto inicialmente para entrar em órbita até dezembro deste ano, seja lançado em maio de 2019. A vida útil do antecessor Cbers-4 está no limite.

A fase final do projeto custa US$ 15 milhões – valor já previsto desde o início da parceria entre Brasil e China. O recurso só foi liberado no fim do ano passado, tarde para o cumprimento do prazo inicial de lançamento.

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) justifica que o atraso para o lançamento foi causado principalmente pela necessidade de aprovação dos contratos pela área jurídica competente e pelas formalidades do setor público. (leia mais abaixo)

O CBERS 4, lançado em dezembro de 2014, foi projetado para ter vida útil de três anos – prazo que venceu no fim de 2017, mas a operação prossegue normalmente. O equipamento substituto deve entrar em órbita em maio do ano que vem.

O CBERS 4 custou US$ 60 milhões ao Brasil e é usado pelo governo para monitorar os setores agrícolas, florestal e no controle do meio ambiente, especialmente no monitoramento e controle do desmatamento da floresta Amazônica. Equipado com uma câmera, o aparelho funciona como um scaner da superfície e envia fotos e dados aos pesquisadores e profissionais de setores importantes da economia, como a agricultura.

A produção do CBERS 4A começou em 2015 e tinha prazo de lançamento até o fim deste ano. Porém, em 2017, o INPE sofreu uma queda de R$ 53 milhões no orçamento em relação a 2016. Segundo o diretor do instituto, Ricardo Galvão, a redução no repasse dificultou projetos e o funcionamento do instituto.

Tarefas

Ao Brasil, no projeto em parceria com os chineses, cabia a finalização do satélite CBERS 4A e envio para a China neste semestre. Na Ásia, o equipamento entra em processo de adequação e preparo para o lançamento.

De acordo com o instituto, eram necessários US$ 15 milhões para que os processos que cabiam ao Brasil no acordo fossem cumpridos. A verba foi liberada apenas em dezembro de 2017 pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTIC).

Galvão justificou que a incerteza do orçamento foi motivo de tensão com os parceiros chineses, mas garantiu que mesmo com atraso, o compromisso brasileiro será cumprido.

“Tivemos que explicar a incerteza para os chineses e isso foi motivo de várias reuniões e de total desconforto internacional. Nosso acordo não previa punições e por isso mesmo precisava de atenção federal. O orçamento precisava incluir isso, mas ainda que fora do prazo, vamos conseguir garantir nossa parte”, explicou Galvão.

Com o adiamento de envio do CBERS 4A à China até junho deste ano, o Inpe planeja cumprir a tarefa logística, agora, até o fim deste ano.

O lançamento tem que ser feito na China porque o país detém uma estação de lançamento – caso tivesse de ser feito no Brasil teria de ser contratada uma empresa, o que previa mais gastos. Com o equipamento na Ásia nos novos prazos previstos, a janela de lançamento será entre maio e julho de 2019, quando o satélite será submetido a testes.

Lançamento do satélite CBERS 4A é adiado
para maio de 2019, prevê INPE.


Fonte: Site “G1” do globo.com – 19/02/2018

Comentário: Pois é leitor, e mais essa agora, porém não é nenhuma surpresa diante da forma desastrosa e politicamente desinteressada como esses Populistas de Merda conduzem o Programa Espacial, e o país em si. Agradecemos ao nosso leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio desta notícia.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Reunião da Diretoria/Conselho Deliberativo e Comissão de Eventos da BAR

Olá leitor!

Foi postada hoje (20/02) no “Blog Minifoguete”, uma nota da Brazilian Association of Rocketry (BAR), informando que no dia 14/02 foi realizada a segunda reunião da Diretoria e do Conselho Deliberativo da  BAR. Veja abaixo.

Duda Falcão

Reunião da Diretoria/Conselho Deliberativo
e Comissão de Eventos da BAR

20/02/2018

A segunda reunião da Diretoria e do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Minifoguetes (BAR) ocorreu no dia 14 de fevereiro de 2018, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba (PR).

Em conjunto ocorreu uma nova reunião da Comissão de Eventos da BAR, responsável pelo V Festival Brasileiro de Minifoguetes (2018).

Estiveram presentes (ver foto): Carlos Marchi (presidente), Alysson Diógenes (vice-presidente), Diego Moro (tesoureiro), Guilherme Bertoldo pela internet (secretário), Nicholas Dicati e Carlos Carvalho.

Principal decisão: será cobrada apenas uma anuidade no biênio 2017-2018. Assim, quem já pagou a anuidade de 2017 estará isento em 2018.

Quem ainda não pagou qualquer anuidade, deverá fazer o pagamento até o dia 31 de dezembro de 2018 para se tornar efetivamente sócio da BAR; enquanto não fizer o pagamento, a pessoa é considerada apenas inscrita na BAR mas não sócia.

Quem já pagou a anuidade em 2017 ou 2018 ou ainda efetuar o pagamento até 16 de abril de 2018 estará isento da taxa de inscrição do V Festival Brasileiro de Minifoguetes (2018), caso venha participar dele, devendo fazer a devida inscrição no evento.

A Comissão de Divulgação e Captação de Recursos da BAR foi dissolvida.

Todas as inscrições já feitas ou a serem feitas até o dia 28 de fevereiro de 2018 no V Festival Brasileiro de Minifoguetes (2018) deverão ser pagas até o dia 10 de março de 2018. Nos próximos dias as equipes receberão um e-mail solicitando o pagamento das inscrições já feitas.

Lembramos que o prazo final para todas as inscrições no V Festival Brasileiro de Minifoguetes (2018) é o dia 31 de março de 2018.

Da esquerda para a direita: Carlos Marchi, Guilherme Bertoldo (no monitor), 
Diego Moro, Nicholas Dicati, Carlos Carvalho e Alysson Diógenes.


Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br

SSC Lança Com Sucesso Mais Um Foguete Com Participação Brasileira

Olá leitor!

A Swedish Space Corporation (SSC) lançou com sucesso, no dia 17/02, da Base de Esrange, na Suécia, o primeiro modelo do foguete VS31 / Improved Mamelute (VS31/IM) tendo abordo a carga útil "MAPHEUS-7" do programa de pesquisas “Material Physics under Microgravity Conditions – MAPHEUS”, este conduzido pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR).

Segundo foi anunciado pela SSC em seu site oficial, o foguete VS31/IM atingiu 247,6 km de apogeu, tendo a sua carga útil aterrissada a 71 km do Centro Espacial de Esrange.

Pois é leitor, com isto se demonstra uma vez mais a confiabilidade internacional no desempenho dos motores foguetes desenvolvidos no Brasil, bem como a família de foguetes brasileira, composta atualmente por foguetes desenvolvidos no país (VS-30 e VS-40) ou em parceria com os alemães (VS-30/Orion, VS-31/Orion e VSB-30), ganha mais um novo integrante. Sucesso aos próximos voos do VS-31/IM.

Duda Falcão

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

É Golpe! Cientistas Inventam Regras e Querem Plutão Como Planeta

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (05/02) no site “Apollo11.com” destacando que um grupo de pesquisadores planetários liderados pelo astrofísico e engenheiro aeroespacial Alan Stern, do “Southwest Research Institute”, tenta rever junto a União Astronômica Internacional (UAI) o rebaixamento de Plutão como Planeta Anão.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

É Golpe! Cientistas Inventam Regras
e Querem Plutão Como Planeta

Segunda-feira, 5 fev 2018 - 10h42

Um grupo de pesquisadores planetários não concorda com a definição oficial sobre o que é um planeta e está preparando uma espécie de golpe astronômico para devolver a Plutão seu antigo e grandioso status.

Alan Stern, lider do golpe contra o rebaixamento de plutão.
Na foto, Stern observa as primeiras imagens enviadas pela
sonda interplanetária New Horizons.

A proposta do "golpe" é liderada por Alan Stern, astrofísico e engenheiro aeroespacial, ligado ao Southwest Research Institute e principal investigador da missão New Horizons, que levou a primeira sonda interplanetária ao planeta anão Plutão.

Desde 2006, Stern vem travando uma briga de bastidores contra a União Astronômica Internacional (UAI), que tirou de plutão o status de planeta e o rebaixou a planeta anão.

Segundo Stern, a atual definição aceita pela UAI é muito limitada e não ajuda em nada sobre o que as pessoas entendem sobre planetas.

"Por que você ouviria um astrônomo sobre um planeta?", disse Stern, reclamando que a nova definição veio do astrônomo da CalTech, Mike Brown, em vez de um cientista planetário.

Planeta anão Plutão visto pela sonda interplanetária
New Horizons, missão dirigida pelo pesquisador Alan Stern.

"Você precisa e deve ouvir cientistas planetários especializados, que entendam do assunto. Quando olhamos para um objeto como Plutão, ninguém sabe ao certo como chama-lo", disse o pesquisador.

Definição Falha

Para Stern, a definição da UAI para um planeta é "tecnicamente falha". "Primeiro, eles reconhecem como planetas apenas os objetos que orbitam o nosso Sol e deixam de fora aqueles que orbitam outras estrelas ou que orbitam livremente no interior da galáxia. Em segundo lugar, requer que o planeta tenha limpado a zona orbital e isso nenhum planeta em nosso Sistema Solar é capaz de satisfazer, uma vez que novos e pequenos corpos são injetados constantemente dentro das orbitas, como por exemplo, os NEOS (Objetos Próximos à terra)", pontuou Stern.

O pesquisador também disse que a "zona de limpeza" definida pela UAI depende da distância e matematicamente só é obtida por corpos cada vez maiores em cada zona sucessiva. Assim, mesmo um objeto de tamanho da Terra dentro do Cinturão de Kuiper não teria condições de limpar sua zona.

Nova Definição

Para eliminar as dúvidas sobre o que seria de fato um planeta, o grupo propõe a seguinte nova definição:

"Um planeta é um corpo de massa sub-estelar que nunca sofreu fusão nuclear e que tem auto-gravitação suficiente para assumir uma forma esferoidal adequadamente descrita por um elipsoide triaxial, independentemente dos seus parâmetros orbitais".

A nova definição, de acordo com o grupo, teria precedência histórica, classificação científica sólida e coincidiria com a intuição das pessoas.

É Golpe?

Apesar de bem intencionada, a nova definição planetária teria consequências diretas sobre a definição de outros corpos já conhecidos, como por exemplo, a Lua da Terra e outras luas como Titã, que também poderiam ser reclassificadas como planetas.

Como vemos, o golpe astronômico está em andamento e embora possa devolver a Plutão seu antigo e merecido posto, pode trazer também mais confusões que soluções pacíficas. Como os golpes tradicionais.


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Pois é leitor, está é uma discussão que ainda vai render muito pano pra manga.

UFPel Rocket Team Lança Foguete Visando Festival de Curitiba e Anuncia Participação em Competição nos EUA

Olá leitor!

Fundada em maio de 2017, a jovem equipe “UFPel Rocket Team” da Universidade Federal de Pelotas (RS), realizou com sucesso no dia 10 dezembro do ano passado, no Centro Agropecuário da Palma, o segundo lançamento e recuperação do foguete “Anitta” de 500m desenvolvido pela equipe, visando com isto a preparação para o “V Festival Brasileiro de Minifoguetes”, a se realizar em Curitiba (PR) de 28/04 a 01/05 de 2018. Veja abaixo o vídeo do lançamento deste foguete.


Não satisfeita com este único objetivo desafiador em Curitiba, no recente dia 14/02, esta jovem equipe universitária pelotense de fogueteiros resolveu partir para desafios ainda maiores, anunciando em sua página oficial no Facebook que irá participar ainda este ano (pela primeira vez desde que foi fundada), da maior competição universitária de foguetes experimentais do mundo.

Trata-se da 13ª edição da “Spaceport America Cup”, também conhecida como IREC (Intercollegiate Rocket Engineering Competition), que na realidade é uma competição onde são expostas as tecnologias de foguetes desenvolvidas em universidades de todo o mundo, competição esta prevista para se realizar em junho desse ano no estado do Novo México (EUA).

Ainda segundo a nota da equipe de Pelotas, esta será a primeira vez que uma equipe gaúcha irá participar desta competição. Para tanto, o projeto do foguete a ser lançado que terá de atingir um apogeu de 3000 metros, já se encontra em fase de execução, sendo o seu desenvolvimento fruto de intensos debates teóricos para se chegar ao melhor resultado. É claro, adequando-se à atual realidade financeira da equipe.

A nota finaliza informando que a viagem dos membros da equipe que irão participar deste evento, será financiada por uma campanha a ser lançada em breve. Sucesso a UFPel Rocket Team.

Duda Falcão

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Estamos Democratizando Acesso ao Espaço’, Diz Líder de Primeiras Missões Brasileiras

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessantíssima entrevista postada dia (16/02) no “Portal Vírgula” com o grande e visionário Eng. Lucas Fonseca.

Duda Falcão

Portal Virgula > Geek > Matéria

Estamos Democratizando Acesso ao Espaço’,
Diz Líder de Primeiras Missões Brasileiras

Por Fabiano Alcântara
Atualizado em 16/02/2018

Foto: Montagem/Reprodução/Facebook
Lucas Fonseca. Brasileiro lidera missões ao espaço.

Um dos maiores porta-vozes brasileiros do new space, a entrada do dinheiro privado na corrida espacial, o engenheiro espacial Lucas Fonseca está à frente de projetos que envolvem o envio de experimentos brasileiros para a Estação Espacial Internacional e para a órbita lunar.

Uma delas é a missão Garatéa, projeto para levar um experimento de astrobiologia, desenvolvido por cientistas brasileiros para a órbita lunar, no começo da década de 20. A segunda é uma parceria com a NASA para enviar experimentos concebidos por estudantes brasileiros para a Estação Espacial Internacional.


Fale sobre seus projetos e em que pé estão, por favor?

Lucas Fonseca - Quando começamos a missão Garatéa em setembro de 2016, não fazia ideia do que isso tudo poderia virar. Começamos com o objetivo de enviar uma sonda brasileira para a lua e hoje transformamos a missão Garatéa em uma luta pela ciência brasileira usando o espaço como um pano de fundo inspirador.

Nossas atividades são todas nomeadas com um sufixo no nome Garatéa, então temos a Garatéa-L que é a própria missão lunar, mas também a Garatéa-ISS que é nosso programa de envio de experimentos para a Estação Espacial Internacional, e a Garatéa-E, nosso voo de balão estratosférico que leva experimentos de estudantes do Brasil todo para a estratosfera. Tanto a ISS, quanto a E (Educacional), já tivemos a edição de 2017 com bastante êxito e estamos agora preparando as edições de 2018 (inclusive o edital para participar da Garatéa-E está aberto em edu.garatea.space).

Agora em junho, vamos enviar nosso primeiro experimento para a Estação Espacial Internacional, fruto da edição de 2017. A Garatéa-L deve ocorrer em 2021, e nosso principal desafio é levantar o total de fundos necessário para executar a missão (10 milhões de dólares).

Nosso equipe científica foi recentemente contemplada com uma verba do Instituto Serrapilheira, o que nos dá um folego para desenvolver a parte científica da missão, mas ainda temos que acertar a parte mais cara que o foguete que nos leva até a lua. Cientes do momento atual que o Brasil vive, nossos esforços por fundos estão todos focados na iniciativa privada.

Contando um pouquinho da missão lunar: em 2016, fomos selecionados para fazer parte de uma missão compartilhada com europeus para levar nossa própria sonda até a lua. Mesmo que não seja gratuito, a missão tem um custo baixo para uma missão lunar e por isso acreditamos que ela possui o tamanho ideal para o bolso de uma missão genuinamente brasileira. Queremos enviar uma sonda até a vizinhança da lua para entender como micro organismos super resistentes conseguem se adaptar a um ambiente tão hostil. Essa pesquisa no campo da astrobiologia é importante para descobrirmos mecanismos que tornem a vida mais resistente à ambientes extremos e possamos assim criar aplicações que variam desde plantações em lugares com alta incidência de radiação (clima equatorial/desértico) até proteção de organismos vivos em viagens interplanetárias. Caso consigamos enviar nossa sonda, será a primeira sonda do hemisfério sul além da órbita da terra, colocando o Brasil num seleto grupo de nações que fazem pesquisa de espaço profundo.

A Garatéa é uma iniciativa sem fins lucrativos capitaneada pela minha empresa, a Airvantis. Além da Garatéa, também tenho atividades comerciais baseadas no uso do espaço, sendo uma das poucas empresas brasileiras atuando no NewSpace. Recentemente fomos integrados a um HUB de empresas espaciais em Nova Iorque e temos atuado com experimentos científicos em microgravidade.

Foto: Reprodução/Facebook
Garatea 7.

Na entrevista que concedeu à Scientific American, você disse que começou a se apaixonar por viagens espaciais ao visitar à NASA, como despertar a vocação em crianças que não têm condição de sair do país?

Lucas - O que eu tento trabalhar através do que chamamos de “inspiração educacional”, é a prática de projetos com temas espaciais que de fato coloquem alunos com a mão na massa. Esses nossos projetos são executados com alunos do Brasil todo, sem distinção de escolas públicas e privadas. Para simplificar nossa ação, temos um moto muito simples que é: “Inspirar, Educar e Construir”, e através de atividades que variam de voos de balões à uma oportunidade única de colocar um experimento na Estação Espacial Internacional, temos atingido um número significativo de estudantes. Claro que eu gostaria de levar todos os alunos que participam de nossos projetos para conhecer a NASA, mas trazer essa experiência prática com a ciência espacial já é algo que muda a relação do estudante com a ciência. Para alguns alunos que se destacam, estamos conseguindo levar alguns deles para a NASA.

Em 2017 indicamos a estudante Mylena Peixoto para passar uma semana em um programa dentro da NASA, e em 2018 vamos levar dois estudantes de escolas públicas para representar o Brasil no congresso de experimentos enviados para a Estação Espacial Internacional, que ocorrerá em Washignton DC em agosto. Estamos sempre dependentes de recursos que vem em forma de patrocínio, mas temos a meta de impactar 20 mil estudantes para os próximos 3 anos e conseguir levar uma parcela dos expoentes para conhecer a NASA de perto.

A Mylena por exemplo, por conta de sua história de superação e interesse pela ciência, já teve a chance de visitar duas sedes diferentes da NASA e recentemente se tornou a primeira brasileira representante do programa 24 under 24 do Mars Generation. É esse tipo de coisa que buscamos, transformar a vida de jovens para que eles possam transformar a vida de outros jovens, pois se tornam referência.

Foto: Reprodução/Facebook
Falcon Heavy.

O lançamento da Falcon Heavy mobilizou a mídia. Crê que tenha fortalecido o conceito de new space? 

Lucas - Assistir ao lançamento da Falcon Heavy foi um recado para a humanidade que o NewSpace existe e já está aí se provando. Mesmo que muitos não saibam exatamente o que é o conceito do NewSpace (empresas atuantes na área espacial que possuem o jeitão de start-ups, e principalmente, produzem seus próprios modelos de negócio no qual façam uso do espaço sem a influência das diretrizes governamentais), acho que ficou claro que estamos presenciando uma grande revolução no acesso ao espaço.

Mais que o fato de enviar um carro à Marte, o simbolismo demonstra como estamos democratizando o acesso ao espaço e sabendo que consequentemente isso vai abrir portas para dezenas de novas atividades comerciais que fazem o uso de recursos que só são encontrados quando no espaço. Diria que junto da Inteligência Artificial, esse acesso de baixo custo ao espaço é a grande revolução desse século. Basicamente o Elon Musk hasteou a bandeira da independência espacial e agora diversas novas empresas poderão fazer uso comercial dos benefícios espaciais.

Não é preocupante poluir o espaço com um carro, não foi uma bola fora em nome da propaganda?

Lucas – Essa pergunta tem vários detalhes interessantes. O carro por si só não representa risco para missões futuras. A órbita que o carro se encontra não é uma órbita comum para outros satélites, então a chance dele colidir com algo é praticamente nula. Se não fosse voar o carro, eles teriam que voar algum peso morto no lugar para provar a eficácia do lançador espacial. Entre voar concreto ou um carro que ajudou a chamar a atenção da importância do feito, por que não o carro? Os números de audiência do lançamento foram descomunais, um interesse que não se via desde as missões Apollo. O carro foi uma jogada de marketing genial na minha opinião, super bola dentro. Além disso tudo, circulou a informação nos bastidores que foi oferecido para a NASA a possibilidade de enviar uma sonda, mas a mesma não se interessou. O carro era o plano B e acabou sendo parte importante do grande show, algo do tipo: “Sim, estamos prontos para os desafios do espaço e por isso estamos enviando um carro para Marte.”

Foto: Reprodução/Facebook
Astronauta em estação espacial.

É possível sonhar que o Brasil se torne uma referência no setor aeroespacial, mas que passem a desenvolver e fazer foguetes, naves, estações, no Brasil, da mesma maneira que hoje fabricam aviões?

Lucas – Olha, eu acho que o Brasil tem que procurar sua aptidão junto ao espaço. Impossível querermos abraçar todas as frentes ao mesmo tempo, e em um mundo cada vez mais globalizado, devemos nos beneficiar de tecnologias que temos diferenciais. Se lançador espacial já é fabricado por muitos outros países e não temos mais possibilidade de nos tornarmos competitivos, melhor usarmos o serviço de outro país. Com várias opções no mercado, o discurso da necessidade de termos todas as tecnologias desenvolvidas por soberania acaba se tornando obsoleto. Se um país não quer vender determinado serviço, vamos no vizinho e compramos dele.

Só para exemplificar essa aptidão que falei, para mim é claro que o uso de satélites para melhoria na agricultura deveria ser uma tecnologia priorizada pelo nosso país, já que somos referências mundiais nesse setor e poderíamos agregar nosso conhecimento para melhorar os processos já existentes com uso de satélites. Devemos focar em iniciativas que produzam modelos de negócios rentáveis, é disso que o NewSpace se trata.

É possível se recuperar do trauma de Alcântara, o que deve ser feito? 

Lucas – Alcântara foi um episódio terrível, uma lástima. Mas todos os países que se aventuraram pelo setor espacial tiveram suas perdas humanas, e o Brasil é o único que conheço que usou do episódio como motivo de enterrar de vez nosso programa espacial. Alcântara, na minha opinião, deveria ter se tornado uma moeda de troca extremamente estratégica para o nosso país há muito tempo. Se não temos motivos comerciais para desenvolver nosso próprio lançador, que ganhemos dinheiro com o uso da nossa base que é tão bem localizada. Costumamos dividir as atividades do NewSpace em alguns verticais, e um deles é o uso de bases terrestres para apoio de atividades de lançamento. Temos a faca e o queijo na mão com Alcântara, atualmente a base mais bem localizada no mundo, uma pena que não seja utilizada.

Foto: Reprodução/Facebook
Estacão espacial.

De que maneira é possível ganhar dinheiro com a ida do homem ao espaço?

Lucas – Mais do que a ida do homem ao espaço, ganhamos dinheiro com diversas atividades que contemplam ou não os astronautas. Dentro dos verticais de atividades do NewSpace (8 no total), temos os lançadores espaciais, sistemas de constelações de satélites (que podem servir para observar a Terra, telecomunicação, previsão do tempo, e etc.), o turismo espacial, experimentos científico em ambientes de microgravidade (toda atividade comercial na ISS provém disso), serviços de manutenção no espaço (robôs para reabastecer satélites ou mesmo para coletar detritos espaciais), serviços de base terrester (como alcântara), exploração de recursos espaciais (como mineração em asteroides), e a busca por energia oriunda do espaço (ideias futurísticas de uso da energia solar no espaço, por exemplo). Qualquer uma das atividades desses verticais citados vão fazer parte da economia espacial no futuro, e levar o homem até o espaço só agrega mais na possibilidade de exploração de cada uma das atividades.

Como a iniciativa privada consegue realizar os projetos, como foi o caso da Falcon Heavy, gastando menos?

Lucas – A iniciativa privada parte da princípio da escassez, e por isso é forçada a executar a mesma atividade de órgãos públicos, mas de maneira mais enxuta. Como existe a necessidade do retorno financeiro para seus investidores, as empresas focam seus modelos de negócio na redução de custos, potencializando seus lucros. O órgãos governamentais não tem essa obrigatoriedade, apenas lutam para manter seus orçamentos.

Como justificar investimento no espaço diante de argumentos como a fome?

Lucas – O problema da fome no mundo é oriundo da política, não do investimento da tecnologia. Temos sempre que saber separar as coisas, o desenvolvimento tecnológico sempre foi o motor que impulsionou a humanidade para uma qualidade de vida melhor. O espaço, por todo desafio que apresenta, acaba se tornando um celeiro de novas tecnologias; e costumo a acreditar que tecnologias geradas em grandes desafios podem trazer soluções não apenas para fome no mundo, mas também para novos tratamentos médicos, melhorias gerais em nosso cotidiano, prevenções contra catástrofes naturais e etc.

A própria missão lunar que estamos propondo tem potencial de melhorar, futuramente, sistemas de plantio em regiões mais afetadas com a radiação solar, e quem sabe ajudar a reduzir a fome no mundo. A exploração do espaço entra no que chamamos de ciência básica, e essa necessidade da humanidade em entender diversos assuntos que não dominamos, nos vem permitindo evoluir desde as savanas africanas há 70 mil anos até o envio de sondas além do sistema solar nas últimas décadas. Acho que é claro os benefícios que novas tecnologias trouxeram desde nossa revolução cognitiva como parte da evolução da humanidade, então costumo dizer que para um país em crise devemos sempre priorizar o investimento em ciência e educação, não rivalizando com investimentos em outras áreas. Talvez a solução para diversas mazelas do mundo, esteja de fato no espaço.



Fonte: Portal Vírgula - http://www.virgula.com.br

Comentário: Pois é leitor, esse jovem é extraordinário, mas infelizmente em um Território de Piratas como o nosso, ele faz parte de uma minoria da minoria, mas ainda assim não deixa de contribuir como cidadão, fazendo a sua parte e muitas vezes até com grandes sacrifícios pessoais. Como comparar um profissional deste perfil, sério, comprometido com o que faz, visionário e de atitude, com um banana irresponsável e vendedor de ilusões como é o Sr. José Raimundo Braga Coelho, presidente desta piada de mau gosto chamada Agencia Espacial de Brinquedo (AEB)??? Os resultados leitor falam por si só, veja o que esse jovem vem realizando sem qualquer apoio governamental e o que esse senhor fez desde que assumiu esta fantasia espacial, hoje tão insignificante e sem qualquer força politica, rebaixada que foi pelo próprio MCTIC, outra instituição vergonhosa por sinal. Pois é, quisera tivéssemos mais profissionais como esse extraordinário jovem em todas as áreas que compõem a sociedade brasileira, certamente hoje estaríamos mais próximos de intitular essa ‘joça pirata’ de país. Aproveitamos para agradecer publicamente a nossa leitora Mariana Amorim Fraga pelo envio desta entrevista.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Boletim AEROESPAÇONÁUTICA 7 (Set/1990)

Olá leitor!

Foi postado ontem (15/02) no “Blog Minifoguete”, uma nota da Brazilian Association of Rocketry (BAR), apresentando o Boletim AEROESPAÇONÁUTICA (AEN) número 7, lançado que foi em setembro de 1990 através da ABAEE (Associação Brasileira de Atividades Educativas Espaciais).

Duda Falcão

Boletim AEROESPAÇONÁUTICA 7 (Set/1990)

15/02/2018

Capa do Boletim Aeroespaçonáutica número 7 (Set/1990).

Boletim AEROESPAÇONÁUTICA (AEN) foi lançado em outubro de 1988 através da ABAEE (Associação Brasileira de Atividades Educativas Espaciais). Ele teve 12 números em três volumes. O último número foi publicado em dezembro de 1991. Significado da palavra Aeroespaçonáutica: parte da ciência que estuda os minifoguetes.

Seu objetivo era divulgar as pesquisas científicas e tecnológicas com minifoguetes desenvolvidas por pessoas e grupos brasileiros.

O número 7 do Boletim AEROESPAÇONÁUTICA de setembro de 1990 está disponível no seguinte link:


Quem tiver interesse em publicar na nova fase no Boletim AEN já pode enviar seu trabalho para minifoguete@gmail.com

As áreas sobre MINIFOGUETES que o boletim envolve são as seguintes:

1) Propulsão
2) Aerodinâmica
3) Trajetória
4) Instrumentação
5) Materiais
6) Estabilidade
7) História

Temas de trabalhos que podem ser submetidos (enviados) ao Boletim AEN:

* Descrição e resultados obtidos com minifoguete recordista.

* Descrição e resultados obtidos com minifoguete experimental que tenha alguma inovação ou que tenha atingido apogeu de 300 metros ou superior.

* Descrição de motor-foguete e resultados obtidos.

* Descrição e resultados obtidos com propelente para minifoguetes.

* Descrição e resultados obtidos com instrumentos para minifoguetes: altímetros, localizadores etc.

* Descrição e resultados obtidos com sistemas de recuperação, rampas de lançamento, sistemas de ignição etc.

* Análise de motor-foguete comercial para minifoguete.

* Análise de minifoguete comercial.

* Proposição de novas teorias ou já existentes aplicáveis a minifoguetes.

* História em nível mundial e brasileira do Foguetemodelismo / Espaçomodelismo / Minifoguetes.

* História/apresentação de grupo/equipe de foguetes brasileiro.

* Biografias sobre pessoas que contribuíram para a Aeroespaçonáutica.

* Divulgação de livros, sites, eventos, instrumentos, fornecedores de materiais e serviços para minifoguetes etc.

* Aplicativos computacionais para minifoguetes.

* Qualquer outra tema não descrito acima que tem relação com minifoguetes.

Funcionamento do Boletim AEN:

1. O autor submete (envia) o seu trabalho ao boletim.

2. O editor-chefe do boletim analisa a pertinência do trabalho, define o editor de área e repassa o trabalho.

3. O editor de área define um revisor anônimo.

4. O editor de área e o revisor anônimo analisam o trabalho e emitem um parecer.

5. O editor-chefe informa ao autor o resultado da avaliação e a decisão sobre a publicação ou não do trabalho.

6. Sendo necessário, o autor realizada modificações solicitadas pelo editor e revisor.

7. A versão final aceita do trabalho é publicada.

Informações gerais:

* Qualquer pessoa ou grupo de foguetes poderá submeter (enviar) trabalhos ao Boletim AEN, sem qualquer restrição.

* Não há qualquer taxa para submeter e publicar o trabalho no Boletim AEN.

* Todos os colaboradores e autores atuarão de forma voluntária.

* Os autores autorizam a divulgação do trabalho pelo Boletim AEN.

* Os autores mantém os direitos autorais.

* Os trabalhos publicados no Boletim AEN poderão ser republicados em periódicos científicos indexados e em eventos.

* O formato do trabalho é livre.

* A publicação será apenas digital.

* Recomenda-se incluir fotos, gráficos e tabelas nos trabalhos. Fotos, gráficos e tabelas adicionais, bem como textos e vídeos poderão ser incluídos como anexos ao trabalho. 

Ideias e sugestões poderão ser feitas através do e-mail minifoguete@gmail.com.

Na próxima semana republicaremos o número 8 do Boletim AEROESPAÇONÁUTICA.

Boletim AEROESPAÇONÁUTICA (AEN) e notícias sobre ele também estão disponíveis no link



Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br